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Já passou por isto? Pois utilize a experiência com cautela!

Nós, seres humanos nascemos naturalmente competitivos e mesmo que eu não tenha uma palavra final sobre a razão do por que, eu acredito que seja para que possamos alimentar as nossas necessidades de evolução. Todos nós passamos por momentos de glória e felicidade e momentos de fracasso e tristeza… Além disso, temos sempre uma ou duas palavras a dizer que roubam completamente o momento de aprendizado da outra pessoa.

Gostaria de um exemplo? Quantas vezes você já disse: “Eu já passei por isto, já vivi isto” ou “eu te avisei” quando alguém confidencia um problema ou uma situação a você buscando ajuda e compreensão? Culpado? Eu também sou…

Então, qual é o problema com tudo isso? Aqui está o problema… Você só “esteve lá e vivenciou isto”, porque você tentou alguma vez fazer algo em sua vida e não conseguiu obter sucesso, e por causa disso, você hoje sabe mais sobre o assunto e você se tornou quem você é…

Além disso, a única razão na qual você é pode dizer: “Eu te avisei” hoje é porque você mesmo um dia também se recusou a ouvir os conselhos dos outros, por uma razão qualquer, e você entrou de cabeça, apesar dos conselhos “mais experientes” dados pelos outros…

Você consegue ver aonde eu estou querendo chegar aqui? Para ser o sábio de hoje ou o ser na situação de dar conselhos, você teve que calçar os mesmos sapatos dessa pessoa alguma vez, por isso não roube este momento de aprendizado do aluno novato.

Quer alguns exemplos?

A pessoa desabafando: “Eu estou esperando que uma boa pessoa apareça em minha vida há anos… Eu estou tão cansado de esperar e só encontro maçãs podres pelo meu caminho…”

O bloqueador de aprendizado:” Olhe, pois eu esperei pela minha pessoa amada por 30 anos, e olhe agora como estou feliz, o seu tempo também virá…”

O que você pretendeu fazer? Você pretendeu ser agradável e dar a pessoa uma certa paz de espírito.

O que você realmente fez? Você roubou completamente a experiência de aprendizado desta pessoa fazendo com que você se tornasse o único ser que sofreu esperando e, ao fazer isto, você acabou por roubar os holofotes. É algo mais ou menos parecido com dizer “Você vê? Você não é o único nesta situação, a sua frustração não é nada especial, eu tive que esperar muito também.”

Nós não percebemos quando fazemos isso, mas nós fazemos isso o tempo todo.

Quer outro exemplo?

A pessoa desabafando: “Eu cometi o erro de confiar na pessoa errada com a minha ideia e essa pessoa me traiu e roubou a minha ideia… A ideia era minha… Eu me sinto tão estúpido por ter sido tão ingênuo… ”

O bloqueador de aprendizado: “Eu não quero dizer que eu te avisei, mas eu te avisei. Se você pelo menos escutasse, mas não, você sempre faz o que te vem à cabeça, você nunca escuta… ” (isto geralmente continua por alguns minutos até que o ladrão de holofotes se cansa de falar)

Adivinhe o quê? Você só sabe ouvir aos outros hoje (se é que você realmente consiga ouvir), porque você também, um dia manteve os seus ouvidos tapados… Você também repetiu e repetiu os seus padrões comportamentais até que chegou o dia em que você foi capaz de deixar o hábito ir embora para fazer a mudança. Ninguém mais fez isso por você, você teve que aprender e tomar esta decisão de querer mudar sozinho!

Então, da próxima vez que você escutar alguém reclamando sobre seu dia ou sobre algo que fez de errado, tente ouvir, tente entender… Tente ficar em silêncio e ouvir por um momento ao invés de jogar a sua lógica massacrante de volta durante este momento de dor. Você curou o seu momento de dor; mas esta dor que está sendo compartilhada ainda é atual para esta pessoa, por isso respeite a dor que o outro está sentindo naquele momento. Esta dor, faz parte do aprendizado daquela pessoa.

Não é nada fácil, eu estou ainda aprendendo a manter a minha boca fechada em certas situações. Simpatizar com a dor dos outros é mais difícil do que se parece, portanto exercite a sua compreensão, enquanto ao outro é permitido exercer o seu momento de aprendizagem. Em vez de explicar como você também se sentiu num momento semelhante e trazer a sua experiência para cima da mesa, tente sentir o que o outro está sentindo e deixe-o sentir. Em vez de palavras, use um abraço. Em vez de palavras compartilhe um sorriso que silenciosamente diz que vai ficar tudo bem… Todos nós temos os nossos momentos e a coisa mais difícil de se encontrar nos dias de hoje é que alguém que apenas… Escute!

Coach Cris Repolês.


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