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“A vulnerabilidade é o berço das emoções e das experiências que almejamos. Quando estamos vulneráveis é que nascem o amor, a aceitação, a alegria, a coragem, a empatia, a criatividade, a confiança e a autenticidade. Se desejamos uma clareza maior em nossos objetivos ou uma vida espiritual mais significativa, a vulnerabilidade com certeza é o caminho”. –  Brené Brown

Quanto mais eu aprendo, mais eu admiro o poder de vulnerabilidade.

  • “Nós vivemos em uma sociedade que vê a vulnerabilidade na maioria das vezes como uma fraqueza …”
  • “Esta pessoa não aguenta pressão e não vai ser boa para fazer o trabalho.”
  • “Eu sou mulher e trabalho em um ramo predominantemente masculino, portanto eu preciso ser durona para poder ser respeitada.”
  • “Eu não posso demonstrar o que realmente sinto aos meus clientes, (amigos, família ou quem quer que seja) porque eles vão pensar que eu sou um fracassado.

Eu tento rir disto, cobrir tudo com mentiras, eu tento rir disto, escondendo as lágrimas nos meus olhos pois garotos não choram!” – The Cure

Adivinha só? Deixe-me dar uma notícia para você: parabéns, você é humano!!!

Eu posso passar ainda mais tempo aqui dando outros exemplos como os citados acima, mas este não é o objetivo deste artigo. O objetivo é te mostrar que não somos robôs, não somos máquinas. A vida precisa de equilíbrio e, para se ter uma vida equilibrada, é preciso se permitir sentir como o maravilhosos ser super-humano que você nasceu para ser.

Eu tive a honra de ver o poder e o aflorar da vulnerabilidade diante dos meus olhos algumas vezes, momentos em que nenhum status quo importava e todos estavam juntos, sendo gentis, prestativos e abertos para apenas serem e apoiarem uns aos outros. O amor simplesmente se derramava e lágrimas, abraços e colaboração tornavam-se algo “natural”.

E o que é o natural para nós afinal??? Vale pensar…

Se o fato de se mostrar vulnerável o faz sentir desconfortável e inseguro no mundo lá fora, pratique a vulnerabilidade com seus entes queridos (pelo menos) e abra o seu coração para derramar o que está aí dentro. Se você está transbordando de felicidade, deixe-a derramar e compartilhe. Se você está se sentindo para baixo e precisando de apoio, abra-se para buscar e aceitar ajuda. O que acontece quando não criamos uma “válvula de escape” para a vulnerabilidade é que, podemos manter os nossos sentimentos dentro de nós, mas vai chegar um ponto em que ela explode!

Eu mesma sou culpada de uma certa forma, e, como eu costumo mencionar, o meu crescimento como ser humano e coach é uma constante. Vale notar que estou sendo vulnerável agora mesmo admitindo isto e compartilhando a minha imperfeição em um artigo público. Se sou humana e trabalho com outros seres humanos, não posso ser um robô. Eu preciso sentir, ouvir e ver com o meu coração para compreender plenamente de onde os meus clientes estão vindo, do que as pessoas mais precisam e estar aberta para pedir ajuda também.

Pessoas doadoras geralmente se sentem pouco confortáveis ao receberem e pedirem ajuda. Afinal, elas são pessoas “doadoras” e o tempo “desperdiçado” com a obtenção de ajuda é um momento em que não será o momento de “doar” ajuda aos outros… Certo? – ERRADO! – Acredite em mim, dar e não receber, irá te esvaziar. Os doadores também precisam ser cuidados!

Eu entendo que a casca dura, que por vezes optamos por viver dentro, pode vir a ter um significado ainda maior: a nossa proteção!Se nos sentirmos seguros para apenas sermos, brilharmos e fazermos as coisas acontecerem desde a nossa essência, se não temermos ser julgados ou massacrados pelas massas quando elas descobrem que os super-heróis eventualmente se tornam seres humanos após removerem a sua capa, não iríamos sentir a necessidade de nos esconder por trás destes escudos de proteção.

“Escrever nossa própria história pode ser difícil, mas não é tão duro quanto passar a vida fugindo dela. Aceitar nossas vulnerabilidades é arriscado, mas não é tão perigoso quanto desistir do amor, do querer pertencer e da alegria que, por outro lado, são as experiências que nos deixam mais vulneráveis. Somente quando tivermos coragem suficiente para explorar a escuridão, descobriremos o poder infinito da nossa luz.” – Brené Brown 

Uma vez eu expliquei a uma amiga a minha visão sobre a diferença entre ser uma pessoa boa pessoa e ser boazinha. Pessoas boas são verdadeiras aos seus valores e propósito de vida e organicamente entregam o melhor de si para o mundo. Os bonzinhos tentam fazer qualquer coisa e tudo mais possível para serem notados e apreciados, e até mesmo seguem caminhos que são contra seus próprios valores e propósitos de vida para seguirem aos outros, agradarem e servirem na esperança de serem amados e apreciados. Na verdade, as pessoas não te amam pelo que você faz por elas, elas te amam pelo que você representa para elas!

Sendo assim, não se esqueça de tirar a capa de super-herói quando você chegar em algum lugar que te faça sentir seguro para poder dar passinhos de bebê e começar a praticar o poder de vulnerabilidade. E quando você se sentir mais confortável, abra as portas da sua vida e comece a explorar o poder da vulnerabilidade em outros lugares. No final das contas, você vai conseguir chegar a um ponto maravilhoso onde você não irá mais se sentir julgado, machucado ou sentirá medo mas você sentirá orgulho ao saber que você pode e tem o direito de somente… SER HUMANO!

Faça o extraordinário acontecer!

Coach Cris.


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